




Reunião em Copenhague eleva expectativas sobre aquecimento global
A 15ª COP (Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas) sobre Mudança de Clima promete render calorosos debates sobre o aquecimento global. O encontro tem início no dia 7 de dezembro em Copenhague, Dinamarca e irá reunir chefes de Estado para decidir os próximos passos do tema.
ONGs (Organizações Não Governamentais) e outras entidades defensoras do meio ambiente lançaram uma campanha mundial onde propõe a definição de um acordo ambiental mais rígido. A intenção é forçar os países a diminuírem a emissão dos gases responsáveis pelo efeito estufa. Entre os grupos participantes da campanha estão o Greenpeace, a WWF e a União de Cientistas Preocupados, além de grupos religiosos, sindicatos e ativistas do combate à pobreza.
A campanha denominada “TicTacTicTac”, referência ao som de um relógio em contagem regressiva para a COP15, irá mostrar através de anúncios online e comícios como o aquecimento global já afeta países em desenvolvimento. Outra proposta abordada pela campanha será o investimento em empregos ambientalmente corretos como combate à crise econômica mundial.
A reunião em Copenhague pretende estabelecer um novo acordo climático entre os países. Este acordo irá substituir o Protocolo de Kyoto, já que o mesmo expira em 2012. De acordo com cientistas, os estragos causados ao meio ambiente, principalmente os de responsabilidade do ser humano, irão continuar a provocar secas, inundações, elevação do nível dos mares, entre outras catástrofes.
Segundo especialistas na área, o novo acordo deverá ser mais enfático do que o de Kyoto. A esperança é de que a redução das emissões de gases causadores do efeito estufa não estacione nos 5% defendidos pelo atual acordo.
Uma das expectativas de mudança ficará por conta de uma nova posição dos Estados Unidos, agora sob o comando do presidente Barack Obama. Obama mostrou-se mais interessado em defender temas como o meio ambiente, ao contrário de seu antecessor. Os Estados Unidos, na época presididos por George W. Bush, foi o único país a não assinar o Protocolo de Kyoto.
Texto de autoria da Renata Pedroso (Jundiaí - SP) e foi gentilmente cedido para publicação nesta seção.
Fontes: www.g1.com.br
www.estado.com.br
www.agenciabrasil.gov.br
www.wwf.org.br
